06 abril, 2007

O Método e a Igreja

Estamos em pleno feriado de páscoa, a tal "semana santa". Parece um momento propicio para pensarmos em alguns fatos ocorrentes no meio da Igreja de Cristo do século XXI.

Um dos fatos mais preocupantes e que está em crescente desenvolvimento é o uso do método em detrimento à ação pura do Evangelho.

Considero este fato um dos mais sutis e ardis planos malignos para confundir a essência do evangelho de Cristo, que é o poder e a glória que há no sacrificio e ressureição dEle.

Quando me reporto a isto, é no sentido de que os valores inegociáveis da pureza do Evangelho estão em cheque por meio de uma nova corrente de métodos chamados pós-modernos; que como uma avalanche de pressões extra-Bíblia estão vindo transvestidos de um novo modo de ser cristão. Num mundo avançado que precisa ser contextualizado através de uma cosmovisão holistica que integrará os povos e as culturas em torno da mensagem do evangelho.

Parece bonito não é mesmo?

Mas o pano de fundo disso tudo é uma visão cada vez mais próxima do anticristo.
É bem verdade que a mensagem das Boas Novas de Cristo está sendo divulgada e será mais ainda em toda a terra. Entretanto, no meio da Igreja está circulando uma linha tênue entre o método e a Bíblia. Pessoas valorizando métodos e esquecendo dos fundamentos, principios, valores e tradições bíblicas.

Em muitos redutos cristãos (?) o método está sobressaindo a Bíblia. Um exemplo disto, são alguns pastores implantando templos-clubes. Ou seja: Os templos são ao mesmo tempo lugar de cultos e ao redor dele, piscinas, quadras de esportes, teatro, academia de musculação e pasmem - até boate gospel, sob a alegação que isto é "missão integral". No aspecto social, segundo estes tais expoentes desta nova tendência, é a busca da reorganização das massas.

Uma confusão de valores humanistas e hedonistas é confundida com a verdadeira essência da Doutrina Bíblica Cristã.
Deus não necessita de métodos humanos para atrair pessoas às igrejas. O que Ele necessita é de verdadeiros obreiros adoradores, que estejam dispostos a pagar o preço da pureza do Evangelho de Cristo. Que preguem a palavra a tempo e fora de tempo, pois quem enche a Sua Igreja não são métodos humanos, mas a Glória de Deus que atrai os seus eleitos pela Sua Graça e Misericórdia.

Lamentavelmente percebo pastores que antes tinham uma fé pura e centrada na Bíblia; e hoje estão descambando, levados pela pressão da onda humanista de teólogos, defendendo uma posição contraditória aos pilares da Igreja Apostólica de Cristo Jesus.

30 março, 2007

Os "Cabeções" Insípidos

A teologia é uma ferramenta fundamental para a construção de pensamentos harmônicos entre o homem e Deus. Entretanto, é preciso muita atenção na linha tênue que a separa da única razão de estudá-la que é Deus; embora seja um ramo de estudo sobre Ele.

Esta linha eu considero a nossa fé e contínua devoção ao sacrifício vicário de Jesus.
Uma teologia sem cruz, (quando falo de cruz, me refiro a Grande obra de Rendeção através de Cristo Jesus na cruz do calvário) é derrotista e fadada ao fracasso.
É como uma comida sem sal.

O planeta sem sol.

O mar sem ondas.

A terra sem oxigênio.


Os "cabeções" da teologia, correm um sério risco de afastar suas teologias do centro da história humana: que é Jesus.
Quando se faz teologia pensando em si mesmo, na sua posição teológica partidária, é como defender teses em forma de axiomas sem a essência da verdade. Em outras palavras; torna-se uma teologia ôca, vazia e caótica.


Teologia sem cruz e sem o autêntico Jesus, é uma via sem norte e desestruturada.
É ciência por ciência, que é igual a ceticismo.


Se você é fã da teologia (sem cruz), bem vindo ao mundo dos "cabeções insípidos".

25 março, 2007

O Perigo de se Sentir 'Dono'

É gente...não tem sido fácil acompanhar o rítmo aqui no Blog. Mas estou de volta...espero retomar o embalo, e nem que seja com posts curtos, vou tentar ser mais assíduo e constante.
Bom, indo logo ao assunto, hoje quero falar sobre o risco de nos sentirmos "donos":
Donos da verdade;
Donos da Sabedoria;
Donos do certo e do errado;
Donos do Conhecimento;
Donos do destino;
Donos das pessoas;
Donos da teologia;
Donos da Bíblia;
Donos de Deus.
Lamentavelmente percebemos esta realidade nos rondando o tempo todo. Ela está representada no próprio ser humano carente da Graça de Deus.
O mundo caminha para um caos cada vez maior. O pecado consome a humanidade, devastando-a para o abismo do desamor, e do consequente descompromisso com o TODO PODEROSO CRIADOR.
Corremos o risco de sermos consumidos por essa corrente de pensamento na qual o homem é o centro de tudo. O antropocentrismo nunca esteve tão em voga como no atual século.
O reflexo deste quadro parte do seio das familias (?) que diga-se de passagem, estão cada vez mais fora de moda, pelo crescente número de divórcios e separação entre pais e filhos; desembocando na igreja e sociedade, e atingindo em cheio a educação das gerações futuras.
Professores que por conviver tanto com o conhecimento e a informação, caem na tentação de se acharem detentores delas. Por conseguinte, deturpam, mutilam e esvaziam o verdadeiro sentido da vida e seus valores intrínsecos.
O triste disso, é que nos nossos seminários teológicos é o que mais vemos e sentimos. Claro que isso vale também para todas esferas da educação em geral.

O Resultado disso tudo, é a geração de homens que cada vez mais se sentem 'donos do mundo'.

19 março, 2007

Não quero ser o tipo "politicamente correto"


Tenho estado em refexão nesses últimos dias. Foi até um dos motivos pelos quais me fizeram demorar publicar novos posts aqui. Quero inclusive aproveitar e pedir desculpas a todos os leitores deste blog; mas sabe como é - naquela correria acadêmica, correndo contra o tempo no desenvolvimento do meu TCC, e ainda tendo que conciliar com uma infinidades coisas no ministério, por aí vocês imaginam....
Mas o fato é que tenho refletido a respeito do tipo 'politicamente correto'. E afinal de contas, que tipo é esse?
Bom, no meio social moderno, ou como alguns diriam - pós-moderno, hodierno, ou como você queira chamar; percebemos este tipo de... vamos chamá-lo de "fenômeno social": o 'politicamente correto'. No entanto, o termo deriva-se da política, o que na raiz etimológica da palavra é originada do grego politikê, que quer dizer (ciência) dos negócios do Estado ou mesmo administração pública. O que significativamente não tem quase nada a ver com o sentido do 'politicamente correto'; talvez por um óculos semântico enxergaríamos uma outra conotação. Isso provavelmente tenha a ver mais com o sentido da palavra 'politicagem', que na acepção da palavra já ganha uma conotação diferente, quando esta se ralaciona segundo o dicionário Houaiss com a política de interesses pessoais de troca de favores ou de realizações insignificantes.

Em suma, toda essa argumentação resume-se em uma só palavra: hipocrisia.
Esse é na realidade o tipo politicamente correto. Eu diria mais ainda - carrega no mesmo pacote uma boa dose de sinismo.
Deste modo, a pessoa que faz esse tipo tenta agradar a todos, mesmo que seja contra seus princípios adquiridos por sua crença religiosa, cultura ou familia. Tudo por interessar apenas satisfazer seu ego num jogo de interesses pessoais que vão além até mesmo de um princípio bíblico. Esse tipo de pessoa não tem personalidade; é volúvel e discamba por quarquer vento de teorias ou doutrinas.
Por isso por mais que seja mal compreendido algumas vezes aqui no blog, não só aqui, mas em palestras e pregações, prefiro ser autêntico e não me esquivar diante do engano, e proclamar de forma equilibrada e sensata as verdades que Deus estabeleceu a partir da Bíblia Sagrada.
Como diria um grande pensador ao proclamar uma máxima:
"Não conheço a fórmula do sucesso; mas conheço a do fracasso: tentar agradar a todos."

Lembra de Jesus? Pois é.... Esse é o meu grande paradigma.


12 março, 2007

Sacerdócio, não Pastorado Universal


" Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que
vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz; "
I Pedro 2.9

Há uma grande diferença interpretativa no que consiste exercer o sacerdócio real por meio de Cristo para efeito da salvação, e exercer o ministério pastoral para efeito de cuidar e orientar (apascentar) uma Igreja local (rebanho) cumprindo uma missão específica de um chamado ministerial também específico.

Evidentemente que nesse texto além da salvação quando diz: "...a fim de proclamardes..."; verificamos que todos os que experienciaram a Graça Especial, isto é, todos crentes salvos, são chamados também a dar um feliz testemunho dos atos salvíficos de Deus. Porém, estes atos são consequentes de uma vida de plena comunhão com Jesus via Espírito Santo. Não podemos cair nessa de forçar o texto a falar o que não diz, mesmo no próprio grego, que diga-se de passagem, é evidenciado o sacerdócio na proclamação dessas virtudes (vida espiritual excelente) como sacrifícios espirituais agradáveis a Deus. Isto até nos remete ao texto de Paulo aos Gálatas (5.22), sobre os frutos do Espírito, numa expressão do caráter de Deus através de uma vida verdadeiramente cristã. Mas isto é uma outra história.
O que ocorre hoje em meio a alguns teólogos e pastores (as), é de se apropriarem de um texto sem o seu devido contexto e aplicarem de forma confusa e sem base, em defesa do ministério pastoral feminino e da "democratização" do ministério pastoral, ou seja, segundo estes tais, não faz-se necessário está debaixo de uma ordenação ou submissão a alguma autoridade pastoral, para se autoproclamar pastor e fundar a sua igreja.

É preciso muito cuidado ao analisarmos este texto da 1ª epistola de Pedro.

Antes devemos observar o termo que Pedro se refere: raça eleita. Isto nos remete inexoravelmente ao povo de Israel, que fracassou na sua missão de reconhecer o verdadeiro Salvador da humanidade - Jesus. No entanto, Deus por meio de Jesus Cristo escolheu (elegeu) um povo para ser salvo e governado através do comando real e sacerdotal de seu Filho. Que agora pela Sua Graça e Misericórdia dá uma nova oportunidade para o homem reconhecer pela fé, independentemente da sua linhagem racial, o Senhorio de Jesus em sua vida. Uma vez havendo este reconhecimento, passado o processo do novo nascimento em Jesus, este homem está ápto ao Reino de Deus, fazendo parte da Igreja de Cristo, sendo portanto raça eleita. Ou seja: passa a ser uma extensão de Israel no sentido espiritual("..nação santa..") em Jesus. Estas prerrogativas une o homem através de Cristo na figura vétero testamentária do sacerdote e ao mesmo tempo rei; pois Cristo é Rei e Sumo Sacerdote (Hb 7.20) de sua Igreja ("Israel de Deus").
Perceba que em nenhum momento vendo sob uma perspectiva mais contextual, podemos nos precipitar e pressupormos fatos que a idéia geral do texto não nos revela de forma clara e precisa sobre o ministério pastoral ou eclesiástico, já que o título à luz do NT não interessa, e sim a função.

Portanto, este argumento de que todos (inclusive mulheres) são via sacerdócio universal áptos a exercerem o ministério pastoral, é inconsistente. Sendo deste modo no mínimo forçada, a interpretação a partir deste foco.

Naturalmente que o ministério pastoral, é pela perspectiva do chamado Soberano e específico de Deus sob as bençãos da unção do Espírito Santo através de homens já investidos com esta autoridade aqui na terra. Para entendermos melhor, basta ler as sete cartas escritas por João reveladas por Jesus para as sete Igrejas da Ásia em Apocalipse. É só ler à partir do capítulo 2. Mas por enquanto não cabe aqui comentários.

07 março, 2007

O Machismo dos Apóstolos?

Esta é uma das linhas de argumentações levantadas pelos que defendem o ministério feminino (pastoral). Alegando principalmente o fato de Paulo ser tão contundente ao recomendar a Timóteo seu discípulo, inclusive que as mulheres estivessem "caladas" na igreja.

Não quero aqui fazer apologia. Mas o problema reside não propriamente no fator cultural como alguns defendem, mas na visão focal do aspecto teológico em si relacionada a Deus e ao homem (raça humana).

Quem Deus criou primeiro? O homem(adão) ou a mulher(eva)? Quem foi enganado primeiro? O homem ou a mulher? Quem foi escolhido para auxiliar quem?

Parecem preconceitusoas estas perguntas; mas são apenas perguntas retóricas para tentar entender um pouco do por quê que o Apóstolo Paulo mensionou o assunto nesta ordem.

Paulo diz a Timóteo: "Não permito que a mulher ensine ou exerça autoridade de homem; esteja porém em silêncio. Por que, primeiro foi formado Adão, depois, Eva. E Adão não foi iludido, mas a mulher, sendo enganada, caiu em transgressão." (I Tm. 2.12-14)
E ainda para a Igreja em Corinto:
"pois o homem não foi feito da mulher, mas a mulher foi feita do homem. O homem não foi criado por causa da mulher, mas sim a mulher por causa do homem." (I Cor. 11:8,9)

Não podemos cair no risco de tentar inferirmos sob o prisma de conceitos que herdamos de nossos ancestrais, e à luz de uma visão sociológica impregnada de conceitos extremamente humanistas, encontrar soluções interpretativas deste texto que valide nosso "conceito" do que é ser machista. Isto além de uma inferência, seria de um anacronismo sem tamanho.

Vejamos exemplos do próprio Jesus:

Na cultura da época, seria um escândalo um rabino falar com uma mulher em público. Jesus que era tido como um respeitado rabino ainda fez pior: encontrou-se com uma samaritana que além de ser considerada impura à luz do judaismo por ser procedente de uma raça mestiça, de Samaria, ainda conversou com Jesus a sós em público. Ele quebrou um grande paradígma cultural, mostrando que seu evangelho estava além de barreiras humanas.


Joana e Suzana eram mulheres que seguiam o ministério de Jesus, inclusive o ajudavam bastante. Maria de Betânia, era outra mulher que aprendeu " teologia aos pés de Jesus". Outra mulher foi a sua própria mãe que o acompanhou até o momento final de sua morte. Então em face a estes exemplos, por que não poderia o mestre Jesus na escolha dos seus doze apóstolos, incluir no meio deles pelo menos umas duas dessas abnegadas mulheres? Ou na pior das hipóteses, sua mãe? Já que foi uma mulher tão piedosa, e exerceu tão fielmente seu chamado?


Nessas alturas já podemos perceber diante desses exemplos, que o problema da mulher ser colocada de fora do grupo seleto dos apóstolos de Cristo, não residia no fator cultural; pois Ele deu provas claras de que jamais discriminaria alguém, independente de sua posição social ou religiosa.


Deste modo, Jesus jamais foi tendencioso, ou "machista" de acordo com a cultura do século XXI. Logo, portanto, podemos concluir que o Apóstolo Paulo ao dizer para a Igreja em Corinto: "Sede meus imitadores, como eu sou de Cristo" (Cor. 11.1), deixa implícito o quanto Jesus era o grande paradigma de seu ministério. Sendo assim, Paulo e os demais apóstolos de Cristo, por mais forçoso que sejamos na interpretação exegética, não foram absolutamente nem de longe, mesmo por inferência anacrônica, machistas.

Contudo, podemos observar que em nenhum momento antes, durante, e depois de Cristo, Deus deixou claro na Bíblia a validação do ministério pastoral feminino.

Por mais que se apele, por exemplo, para o sacerdócio universal de Cristo; na perspectiva inclusive de Martinho Lutero,que trata toda humanidade como seres iguais e aptos a experimentar a comunhão com Deus por meio do novo nascimento. Isto não define o aspecto pastoral no âmbito eclesiológico. Define apenas a aptdão humana para a experiência da Salvação em Cristo Jesus. Mas isso é outro assunto denso que merece mais um post.



06 março, 2007

Aconselhamento Pós-moderno

Estávamos hoje num debate acadêmico em torno de como se aconselhar a nível pastoral em pleno século 21.

Chamou-me a atenção na abordagem do assunto algumas nuanças relacionadas ao pastor e o aconselhando.

Uma delas é a técnica. A outra é a vivência e por último o Espírito Santo.

Assustou-se? Eu também. Mas infelizmente esta é a ordem realçada nas mesas de debates sobre aconselhamento cristão.

Isto muito me preocupa. Pois em detrimento ao agir e o mover de Deus através de uma conversa ou aconselhamento regados por uma estreita comunhão com Deus, enfatiza-se a técnica buscando simplesmente através da psicologia descobrir traços defeitusos de uma personalidade. Para daí por diante desenvolver um diagnóstico técnico e lógico sobre os tais defeitos.

A Bíblia? Ah tá! Mas a Bíblia.... serve como subsídio apenas. Na verdade um auxílio, caso Freud não se encaixe na ajuda direcionada ao aconselhando.

Os tipos pastores pós-modernos que estão adotando esta prática, estão se tornando apenas meros terapeutas que no fim só receitam paleativos. Pois o Espírito Santo, que é vital para resolver qualquer tipo de assunto no homem de forma concreta, é deixado em segundo plano.

Aliás, segundo plano só se for virtualmente, pois na realidade Ele jamais tolera dividir seu poder e glória com outrem. "Tão querendo que Freud faça parceria com o Espírito Santo"......é brincadeira!

Não quero dizer aqui que a psicologia não seja uma ferramenta útil. O problema é inverter o seu valor.

Portanto, defendo e sempre defenderei que o verdadeiro cristianismo e seus particulares modos de lidar com o ser humano é embasado na Bíblia, não em Freud ou em terapias orientadas.

Basta observar o exemplo maior da Bíblia que foi o próprio Jesus. Quando João(Cap 8) narra o episódio daquela mulher adúltera, ameaçada de morte pelos fariseus; imagine o estado emocional dela; quando ficou só com Jesus, após Ele ter confrontado a conciência dos fariseus legalistas, disse a ela:
- mulher cadê os teus acusadores? Ninguém te condenou?
Imagino logo em seguida aquele silêncio sepulcral e reflexivo, e depois ela responde:
- Ninguém Senhor!
Ele sabiamente então diz:
- Nem eu tampouco te condeno; vai e não peques mais.
Jesus como um conselheiro pós-moderno, poderia antes dizer:
- Minha filha, fale que eu te escuto! Fale da sua vida, dos seus sentimentos, como foi sua infância e relacionamento com seus pais...

Felizmente Jesus não é um tipo pós-moderno, por isso preferiu ser simples sem ser simplista, objetivo e acima de tudo sábio. Sua resposta foi mais que uma simples resposta; foi perscrutadora e transformadora!

Se os pastores pós-modernos não abrirem os olhos para esta realidade e reverem seus conceitos quanto ao verdadeiro sentido de um aconselhamento, estarão fadados ao fracaço espiritual com um consequente abandono da fé (apostasia) e entregues a operação do erro.