21 julho, 2006

A COPA DA "FUTEBOLATRIA"

A copa do mundo acabou, é verdade. Porém, deixou algumas cenas de situações que presenciei durante os jogos, (principalmente do Brasil) na minha memória. E uma delas foi no jogo do Brasil contra a França. Durante o jogo, fiz questão de escrever alguns pensamentos que complementei com mais outros, logo após o apito final do juiz da referida partida. Os quais transcrevo abaixo:

Sábado 1 de julho de 2006

" Em Pleno jogo de copa do mundo, quartas-de-finais, a nação pára reverenciando o futebol representado nesta ocasião pela seleção brasileira. As ruas estão desertas. Nem parece uma cidade habitada. Daria para realizar um culto à Deus nas avenidas da cidade. Pois elas estão tão vazias quanto a maioria dos templos cristãos. O culto ao futebol prevalece. Parece que Deus de protagonista passa à um mero coadjante, pois agora o futebol passa a ser um caso de vida ou morte. Jesus? Jesus neste momento não passa de um bom "psicanalista" que entra em cena apenas em caso de derrota. O que causaria uma grande comoção e consequente depressão no país. Aí sim! Tudo volta a realidade. As igrejas lembram de seus cultos. Os pastores lembram de suas ovelhas, suas ovelhas lembram de seus pastores. Jesus é lembrado, não mais como apenas um "bom psicanalista", mas também como Senhor. Senhor? Ah claro, porque o futebol acabou e o Brasil perdeu para França mais uma vez. Do contrário seria apenas só mais um no meio dos "deuses encantados do futebol".

10 julho, 2006

"AS LAODICÉIAS" 2

Tenho demorado a postar nesses últimos dias devido as viagens de férias que temos feito, eu e minha esposa. Uma viagem ministerial, diga-se de passagem, pois embora de férias da faculdade, estamos à todo vapor pregando a palavra de Deus nas igrejas aqui em Santa Catarina.
No último post, incluí um artigo do jornalista e escritor Washington Araújo. Suas palavras ali escritas estampam uma realidade que reflete cada vez mais o cotidiano das igrejas chamadas pós-modernas ou liberais; como queiram. O "Deus mercado" está impondo um tipo de contra-cultura bíblica. Seduzindo muitos pastores e líderes à cairem na armadilha da matemática comercial. Ou seja, na lógica do mercado financeiro que comercializa tudo e mais um pouco, não importando os meios, mas os fins. Com isso, há um enfraquecimento e um consequente empobrecimento espiritual e teológico nas igrejas, culminando em uma rede de comércio de "produtos da fé". "Produtos" estes direcionados a todo tipo de público consumidor. Desde o mais intelectual e de condição financeira elevada, ao mais leigo e proletário, de condição sub-humana. As chamadas "igrejas emergentes", estão numa concorrência de mercado nunca antes vista. São criativos e inovam à cada dia, em busca do seu público alvo. Vale todas as estratagemas possíveis, que vão do marketing publicitário à ofertas mirabolantes de "milagres" e "prodígios" que nem os Apóstolos nos tempos de Cristo ousaram tanto. Nesses dias recebi um e-mail com uma notícia de que várias pessoas em São Paulo estão processando "igrejas", por terem sido enganadas pelas mesmas por promessas falsas de prosperidade e cura. Um casal chegou a vender seu apartamento e carro para participar de uma "capanha de fé", e por não receberem em troca o dobro do que tinha dado, entraram com uma ação judicial contra uma dessas tais "igrejas". Veja a que ponto estamos chegando. Lamentavelmente os escândalos de igrejas estão por aí batendo nas portas da sociedade através dos meios de comunicação. Na realidade sabemos que isso tudo é cumprimento bíblico; " Sabe, porém, isto: nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis..."( 2Tm 3.1). O "deus mercado" está influenciando infelizmente os cristãos a seguir os padrões seculares que só satisfazem a cobiça da carne. Por conseguinte, verificamos estas pseudo-igrejas crescendo de forma alarmante. Atraem "fiéis" em multidões que se auto-enganam num evangelho comprometido com o mundo e o pecado. Estes usam a máscara de cristão, mas nunca de fato experimentaram a essência do que é o evangelho pregado pelos apóstolos da Bíblia, do contrário seriam verdadeiros servos piedosos e dispostos a resistir a pressão do "deus mercado". O triste é que a igreja de Laodicéia citada no livro de Apocalipse, pode ser comparada hoje ao tipo de "igreja emergente e atual". Sua visão e ideologia está se transformando eu diria, quase que num padrão pragmático de gestão pastoral. Enquanto que o modelo da igreja de Filadélfia, à um padrão no mínimo fora de moda. Um estigma para as pós-modernas ou como o nome sugere: "laodicéias".

24 junho, 2006

AS "LAODICÉIAS"

Atualmente vivemos numa realidade eclesiástica bastante comprometedora à eclesiologia bíblica cristã. Igrejas com suas estruturas "faraônicas" que mais parecem com os palácios de um "reinado papal", desenvolvidos para sustentar "monarcas" em suntuosos aposentos. Com base em um sistema administrativo humanista, centrado em modelos corporativistas, que no fim beneficiam mais a si do que ao povo cristão[?]. Mas o "mercado" exige um tipo de igreja mais comercial, digo, mais "espiritual", e não o tipo primitivo da igreja "modelo cristocêntrico", inaugurada pelos Apóstolos de Jesus. Já que a mesma, não preenche os requisitos exigidos pelo "mercado gospel", onde seus clientes, digo, os cristãos evangélicos[?], estão cada vez mais ligados ao "mundo business" e influenciados através de seus líderes com a idéia mercadológica do século 21, promovem uma verdadeira concorrência entre "igrejas" com seus modernos e pragmáticos métodos de gestão empresarial. A propósito, no próximo post desejo continuar falando sobre tal assunto que já vem me incomodando à algum tempo. Mas antes, degustem este artigo que achei bastante interessante e relevante dentro do que abordei nesse post, até porque a fonte deste artigo não é evangélica, diga-se de passagem. O autor é o jornalista e escritor Washington Araújo. Sinta só:
" O comércio natalino em 2005 se superou. Das 9 da manhã do dia 23 às 17 horas do dia 24 de dezembro o principal Shopping Center de Brasília esteve aberto. Foram 32 horas de desenfreado consumismo, com direito à música de pequenos grupos de jazz e até um dj alternando freneticamente as músicas no estilo hip-hop ou ao ritmo bate-estaca. As pessoas parecem se “produzir” para seu tour de compras. Nesses ambientes ninguém vai com a roupa de bater no dia a dia e sim, com a melhor roupa, aquela que se usava em anos passados para se assistir à missa nos domingos. Em tudo há um clima assim meio religioso. E isso já começa pelo aspecto exterior, quando não precisamos forçar muito a imaginação para discernir a arquitetura estilizada das catedrais, com seus enormes pórticos, vitrais nas laterais e a imensa cúpula central de vidro a filtrar a luz do dia. Não deixa de ser o templo dedicado ao Deus Mercado. Ao fundo podíamos ouvir uma música pós-moderna, mais animada que aquela usada para entreter os pacientes nos consultórios dos dentistas. Mas, invariavelmente, nos últimos cinco minutos do ofício de vendas se consumar somos alertados pela música clássica, suave e terna, que varia de Chopin a Vivaldi. Nas belas vitrines, com luzes direcionais focadas nos objetos de desejo - geralmente os mais caros -, sempre postos delicadamente sobre uma almofada em cetim negro ou carmesim, onde resplandece um relógio-jóia da marca Rolex ou uma caneta-tinteiro Montblanc ou mesmo um par de brincos do mais translúcido diamante. E os olhares piedosos se aglomeram em volta de cada nicho. Existe um quê de devoção e deslumbramento, uma expressão de intensa satisfação, uma verbalização de regozijo: “Realmente, uma jóia divina!” Observei em minha última peregrinação no ParkShopping (foto) que tudo ali parecia me transportar a um outro mundo, uma mundo mais limpo e mais belo.
Estranhei – como sempre estranho – a ausência total de mendigos, de pessoas mal-vestidas ou maltrapilhas. Nenhum menino de rua com suas coloridas jujubas à venda, nenhum flanelinha a me chamar de tio. Nenhum sinal de miséria ou indigência aparente. Apenas aquela indescritível miséria da alma a nos mostrar que a opulência em países como os nossos parece ser uma afronta, um tapa na cara daqueles que têm sua dignidade humana usurpada, vilmente explorada.
Nas lojas de griffe, geralmente com nomes em francês (Elle et Lui) ou inglês (Crawford) encontrava as belas sacerdotisas com suas refinadas vestimentas, extremamente maquiadas e com perfumes a exercer a tirania da juventude e que, no conjunto da obra, pareciam ter lugar cativo na comissão de frente que leva ao Paraíso. No transcorrer da compra é que podíamos demonstrar nossa real classe social: os que podiam pagar à vista entravam direto no paraíso, os que podiam pagar em 3 ou 6 parcelas seriam aqueles que, por dever ofício, permaneceriam por 3 ou 6 meses no purgatório e, finalmente, os que não podiam pagar, seja porque não havia saldo no banco nem no cartão de crédito, eram constrangedoramente encaminhados para o inferno.
Ao final desse passeio litúrgico fomos todos nos reunir em volta da mesa eucarística do McDonald´s. Mas apenas Lara não abriu mão de seu McLanche Feliz e a família se aboletou em uma mesa do Dom Francisco. Nestes templos tudo é transitório, efêmero. Nada dura muito, a começar pelo aparelho do celular que logo se danifica e que logo esperamos que isso aconteça para voltar a escolher entre os 20 novos modelos mais modernos e mais cheios de funções. São templos das aparências. Quando uma loja oferece 50% de desconto em um determinado final de semana… é porque subiu 60% no final de semana anterior.
Enquanto a verdadeira religião busca nos unir em torno de bons sentimentos, de amplitude do coração, de renovação das forças da alma, a religião do consumo reforça em cada um de nós o sentimento de exclusão, de apartação e de egoísmo. Se a primeira nos acena com a beleza da vida após a morte, quando então nos livraremos deste corpo e de todas as milhares de roupas – com griffe ou sem griffe – com que o agasalhamos ao longo dos anos, a segunda nos faz perceber – embora tardiamente – a futilidade de nossa existência e temos então a frustração ao constatar que o jogo da nossa vida não foi inteiramente jogado. Se a verdadeira religião nos ensina a sermos pessoas melhores, pessoas solidárias e cheias de amor e compaixão para com nosso semelhante, enfim humanos mais humanos a religião do consumo nos oferece ao fim desta vida passageira nada mais que um bom enterro de luxo, com direito a muitas corbeilles, a um caixão em madeira-de-lei, revestido de cetim branco e também uma solenidade fúnebre à altura de nossas posses. Quando isso acontece, podemos desde logo estar seguros de que nossa vida foi em vão. Pois, no final das contas, é bom estarmos bem cientes de que não levaremos nada de material conosco. Pois a beleza da vida está em nunca ter fim, em ultrapassarmos de um mundo a outro, com a mesma pureza de coração e a mesma serenidade de alma com que um dia fomos gerados. Nesse segundo caso teríamos um funeral simples, muito simples. Mas as lágrimas ali expressariam o amor sempre presente de pessoas que tanto amamos a nos dizer que faremos falta, muita falta.
Porque para quem tanto nos amou estaremos sempre vivos. E estes, não morrem nunca. "
Sentiu? Será se isto não são "as pedras clamando"? reflita. Continuo no próximo...

Fonte consultada:
http://www.ndnewsonline.com.br/index.php?a=mostra_araujo.php&ID_MATERIA=2182

06 junho, 2006

Os ortodoxos são "caretas" 2

Onde está o sábio? Onde está o erudito? Onde está o questionador desta era? Acaso não tornou Deus louca a sabedoria deste mundo? (I Cor. 1.20)

Sabe, as vezes é patético vermos pessoas cristãs "brigando" entre si, como que a disputar quem é mais sábio ou melhor teologicamente. Nesses momentos lembro o quanto somos limitados e pecadores, carentes da graça de Deus. Mas essas tais pessoas parece que gostam de ostentar um certo grau de sabedoria e conhecimento humano. Ora, se tudo que fazemos deve ser para a glória de Deus, devemos também nos cuidar quanto a nossa postura "sábia" aos nossos próprios olhos. Foi esse o grande problema de Adão na hora de decidir obedecer ou não a ordem de Deus. Mas o que tem haver isso com a ortoxia? Simplesmente tudo. Pois afinal de contas os chamados liberais e neo-liberais, estão tentando à luz de sua pseudo-sabedoria desvirtuar a Bíblia através de novos conceitos puramente humanistas e utilitaristas. Ou seja, buscam alternativas menos "ortoxas" e mais adaptáveis a nova realidade sócio-cultural do mundo globalizado em que vivemos. Aos olhos destes tais, a visão "tradicional" do evangelho não cabe mais neste mundo pós-moderno. Em outras palavras, Deus parece que não é mais aquele dos profetas do Antigo Testamento, que exigia santidade, nem tão pouco que os usava para denunciar o pecado de uma nação apóstata. Claro, claro, a linguagem e os conhecimentos daquele tempo eram arcaicos comparados a realidade de hoje. Deus teve que que se modernizar na linguagem "popstar" de Cristo, afinal se não fosse assim o mundo não compreenderia Deus. Parece bonito né? Mas essa é uma filosofia barata e totalmente fora daquilo que foi, que é e que será o Deus Alfa e Ômega. O "EU SOU". Essa visão completamente infundada está se espalhando no mundo cristão[?] como uma praga que assola um rebanho de ovelhas. São pseudo-teólogos e pseudo-pastores que estão prestanto um des-serviço ao verdadeiro cristianismo através de uma completa relativização da Bíblia Sagrada. São esses tais que influenciados por esta onda de neo-ortoxia, desenbocando em um liberalismo disfarçado e até declarado, estão levando centenas e milhares de pessoas ao caminho da apostasia. Deixando-as tão fracas a ponto de seguirem qualquer vento de doutrina. São esses "sábios" homens eruditos, que com um discurso tão eloquente e retórico com alto poder de persuasão, que fazem hoje uma "igreja de sucesso". Uma igreja hodierna. Uma igreja "emergente". Se você se enamorou com ela, não fique triste. Bem vindo a "nova era"!; bem vindo a "geração Herry Potter" ou mesmo a de Dan Brow com seu "código Da Vinci". Mas se você é só mais um dos "caretas" ortodoxos que defendem a verdade absoluta contida na Bíblia como um livro inspirado por Deus, na contra-mão do pensamento moderno, não fique tão feliz assim; pois será Bem vindo apenas ao clube dos "quadrados" e "retrógrados" da teologia. Tem certeza que ainda quer continuar sendo um "careta" ortodoxo? eu quero.

31 maio, 2006

Os ortodoxos são "caretas"

Atualmente nos meios acadêmicos e até de igrejas, vivemos em "pé-de-guerra" entre conceitos ortodoxos e neo-ortodoxos, entre teologia e neo-teologia e por aí vai. Mais parece um "fogo cruzado" que só gera fumaça e confusão entre alguns pensadores cristãos. No meio dessa confusão toda, vem uma pergunta: "O que é mais importante, a teologia ou a filosofia? Os "neos" responderiam por certo que nem teologia e nem filosofia, mas as duas precisam uma da outra. Os "caretas", digo, os ortoxos, diriam nem teologia e nem filosofia por si só, mas a teologia puramente bíblica. Parece paradoxal estes conceitos entre si. Mas existe um grande abismo que separa estes dois modos de pensar. E é justamente esse abismo que vem motivando muitos pensadores(os chamados liberais e os neo-liberais) a décadas de anos atrás à tentarem construir "pontes conciliatórias" entre a ortodoxia e a neo-ortodoxia. Mas o que seria então estas "pontes conciliatórias"? O que se houve falar de alguns pensadores nos meios academicos por aí a fora é que Karl Barth é tido como o "divisor de águas" entre a ortodoxia e a neo-ortodoxia. Com ele vem Brunner, Bultman e outros. O fato é que esses homens deixaram uma grande influência teológica ao mundo cristão contemporâneo. Fazendo hoje alguns teólogos afirmarem que a teologia depois de Karl Barth por exemplo, nunca mais foi a mesma. Realmente parece que nasceu a partir daí um um novo conceito em teologia, isto é, o pensamento moderno é aclopado a esse bojo, revolucionando e dando uma aparente nova interpretação da Bíblia. Felizmente levantaram-se pensadores "caretas" como Bonhoeffer e "um certo" Schaeffer que se opuseram contra a extinção dos referenciais absolutos da Bíblia impostos pelo pensamento moderno. E até hoje seus escritos clamam como uma voz no deserto. Portanto, sem mais delongas, sendo bem franco, vejo essa "ponte concliliatória" mais como um meio termo entre o que é fundamentalmente a verdade bíblica, defendida pelos "caretas" ortodoxos, e o que é "politicamente", digo, "filosoficamente mais correto". Na realidade, em suma, isso está mais para uma tentativa de burlar o que já foi e é determinado por Deus como Sua palavra, "... que é viva e eficaz, e mais afiada que qualquer espada de dois gumes;" através de meros conceitos humanos. Esses tais esquecem que são apenas seres mortais. No entanto, como criaturas querem atingir o topo do saber e atingir o incognoscível. Lembra da torre de Babel?
Continuo no próximo post....

29 maio, 2006

ESTAMOS DE VOLTA!

Depois de alguns meses meio que fora do ar, voltamos com todo gás para mais uma temporada aqui na net. Desejamos interagir com vocês através da expressão de pensamentos cristãos direcionados a realidade teológica na qual vivemos atualmente como teólogos compromissados com a verdade bíblica sem sofismas, com toda a transparência e sinceridade possível. Portanto está aberta aqui neste blog a nova temporada de embates teológicos. Esteja a vontade para degustar.

15 fevereiro, 2006

Apóstolos ou Apóstatas?

Tenho refletido bastante nos últimos dias sobre a "nova onda do momento": Os Apóstolos do Século 21. É impressionante como estes "Apóstolos" estão em alta no meio dos "cristãos pós-modernos" de hoje. Talvez estão enfadados de ser pastoreados, afinal de contas, o título de pastor já se tornou tão popular que beira ao vulgar, ao comum; ou por significar um ofício trivial em certos redutos eclesiásticos. O fato é que esta "onda" é crescente. Confesso que estou preocupado com este quadro. Estes pseudo-apóstolos, estão se autopromovendo num marketing ostensivo, usando os meios de comunicação em massa e todas as fórmulas possíveis de propagação de suas ideologias e neoteologias.
Observo o desenrolar da história da Igreja atual indo num rumo de uma contra-reforma tão "revolucionária" quanto a própria reforma foi em sua época. São teologias mascaradas, na realidade eu diria falsificadas, cheias de subterfúgios e sem escrúpulo algum, torcem o verdadeiro evangelho deixado por Cristo e seus Apóstolos. Não por acaso que todos os Apóstolos de Jesus que escreveram no NT, deixaram um alerta quanto a falsos mestres. O próprio Jesus foi enfático quanto ao tema. Vemos no livro de Apocalípse Ele usando João para escrever ao anjo da Igreja em Éfeso, fazendo uma referência à alguns pseudo-apóstolos, que se auto-proclamavam, mas não tinham o seu apostolado dado por Jesus. A propósito, não existe e nem existirá sucessão apóstólica. Os apóstolos foram especificamente usados na fundação da Igreja do Senhor Jesus aqui na terra. Foram únicos. Este foi o propósito. Assim como não haverá outro Jesus foi para libertar o homem do pecado. Portanto, chega de falácias! De apóstolos chamados por homens! Isto para mim cheira a apóstatas! E você vai cair no conto?....